18 de novembro de 2010

O Homicídio de José Guilherme Villela, Ministro aposentado do TSE

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O caso do Ministro aposentado do TSE, Jose Villela, revela vários fatores duvidosos sobre o fato e os rumos da investigação. Desde o início, várias interpretações equivocadas foram postas a baila e demonstraram o despreparo de uma polícia que de longe não percebeu a motivação emocional do crime.
O fato é que, nas várias instituições policiais, o abandono da investigação tradicional, ou seja, aquela que o policial realiza busca de "  VESTÍGIOS " indícios, provas e idéias sobre o fato. Ao analisarmos este fato principalmente, nos deparamos com uma confissão de um motivo que aos olhos mortais são segundo a norma penal, fútil, motivos este, consagrado na Lei Penal pátria e que não se equaciona com a criminologia, pois uma aponta para o dever ser, e a outra para o ser, a razão, a motivação.

"O porteiro afirmou que o ex-ministro foi o primeiro a ser morto, logo após chegar ao apartamento. Alvez disse que o crime foi praticado com a ajuda de um sobrinho. A mulher de Villela chegou ao apartamento depois do marido e, apesar de entregar cerca de R$ 500 e US$ 27 mil, segundo Alves, foi morta por ele e o sobrinho.  Alves disse que a morte da empregada foi "ainda mais fatalidade", porque ela chegou ao apartamento quando a dupla já estava deixando o local. A prisão do porteiro foi decretada após a polícia descobrir o envolvimento dele nos assassinatos enquanto investigava outro crime ocorrido no Distrito Federal."

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